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domingo, 17 de fevereiro de 2008

EMPRESA CAXIENSE ELEITA MELHOR DO BRASIL

Com um júri formado por representantes do meio rural, a Usina Maitá, indústria genuinamente caxiense, foi eleita como a melhor do setor de soja e óleos do Brasil no Anuário do Agronegócio 2007 da Editora Globo. Concorrendo na mesma categoria, gigantes multinacionais do setor como: Cargill, LD Commodies, Coamo, Amaggi, Cocamar e Bunge Alimentos ficaram atrás da indústria caxiense. Apesar de a Usina Maitá ficar atrás das demais concorrentes em critérios de receita líquida e ativo total, ganhou, em termos percentuais, em rentabilidade, giro e evolução do ativo. Sua classificação final superou em 0,5 (meio) ponto a multinacional Cargill, uma das maiores do mundo.

A disposição em inovar foi o conceito-chave que determinou a escolha da vencedora da terceira edição do prêmio Melhores do Agronegócio, concedido pela revista Globo Rural em parceria com o Serasa. A análise foi feita a partir de um levantamento realizado pela entidade junto a cerca de mil empresas ligadas ao campo. A eleição reuniu na Editora Globo, em São Paulo, um grupo composto por cinco representantes de vários elos da cadeia produtiva: Otília Goulart, da CNA - Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil; Luiz Hafers, Conselheiro da SRB - Sociedade Rural Brasileira; Márcio Torres, gerente de análise de crédito do Serasa; Maurício Sampaio, presidente da ABMR&A - Associação Brasileira de Marketing Rural & Agronegócio; e Lucio Brunale, chefe da Embrapa Inovação Tecnológica. Segundo Brunale, o que pesou na escolha da número um foi o investimento em tecnologia e não exatamente quão grande é a empresa.

"O envolvimento dos jurados, que procuram se cercar de mais informações sobre as candidatas, complementando os dados do Serasa, foi um fator que contribuiu para a qualidade do debate", afirma ele. No quesito inovação, um dos fatores que pesaram para a escolha da Usina Maitá como a melhor do setor de óleos foi sem dúvida alguma o apelo ecológico dos produtos feitos na empresa, que tem no babaçu sua principal matéria-prima que é 100% natural, ou seja, livre de agrotóxicos. Para se ter uma idéia do destaque concedido à Usina Maitá na 3ª edição do Anuário do Agronegócio, a publicação da Editora Globo dispensou 3 páginas onde mostra, além dos números da empresa, a importância da cultura do babaçu às famílias rurais maranhenses.


São cerca de 300 mil mulheres trabalhando na extração da amêndoa de babaçu no Maranhão. A capacitação tecnológica da Usina Maitá foi outro diferencial junto as demais concorrentes, bem como o fato do aproveitamento da cultura do babaçu, que vai desde o alimento a produção de sabão. Entre os investimentos tecnológicos que foram destacados pela publicação da Globo está o fato da Usina Maitá "ser a única do Maranhão a utilizar um processo conhecido como solvente, que é capaz de retirar até 10% de óleo da torta de babaçu, antes de produzir o farelo", explica Marco Salem Filho.


FONTE: http://www.portalaz.com.br/noticia/maranhao/86683

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